Quem Ama Abraça – Clipe original 2011

Grandes artistas já abraçaram essa causa. Chegou a sua vez!

Veja o clipe, curta a nossa página no Facebook nos ajude a multiplicar o poder de um abraço.

Artistas que apoiam
Em 2011, os artistas Alcione, Ana Carolina, Beth Carvalho, Carlinhos Brown, Chico César, Daniel, Daniel Boaventura, Daniela Mercury, Ed Motta , Elba Ramalho, Elisa Lucinda, João Gabriel, Jorge Vercillo, Lenine, Luiz Melodia, Martinho da Vila, Margareth Menezes, Monique Kessous, Roberta Sá e Teresa Cristina generosamente abraçaram a campanha Quem Ama Abraça!, participando deste clipe.

Realizado pela REDEH e o IMM, com música de Gabriel Moura e Rogê, o clipe original contou com direção musical de Guto Graça Mello, direção de Denise Saraceni e participação da Rede Nami.

Daniela Mercury, Elisa Lucinda, Chico César e Elba Ramalho gravando a participação no clipe da campanha Quem Ama Abraça.

Sobre a campanha
A campanha nasceu no âmbito das celebrações dos 30 anos do Dia Internacional de Luta pela Não Violência contra as Mulheres, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o intuito de conscientizar o mundo sobre o grave problema que as mulheres enfrentam; e dos 20 anos da campanha dos 16 Dias de Ativismo pelo fim da violência contra as Mulheres, criada pelo Centro para a Liderança Global das Mulheres (Center for Women’s Global Leadership – CWGL) para enfatizar que esta forma de violência é uma grave violação dos direitos humanos.

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86 comentários sobre “Quem Ama Abraça – Clipe original 2011

  1. Boa tarde!
    Estou redigindo um artigo que fala sobre violência Psicológica contra a mulher.
    podem me ajudar?
    Com mais fontes para o meu trabalho?
    Obrigada!

    1. Oi Sibéria,
      tudo bem?
      Existem alguns artigos e outras publicações sobre o tema. Ano passado foi editado um trabalho que se chama “Dicionário Feminino da Infâmia – Acolhimento e Diagnóstico de Mulheres em Situação de Violência” – Fiocruz que tem um verbete sobre o tema que pode lhe ser útil. No nosso Manual para Éducadores, aí no site, em downloads, você também encontrará alguma informação. Não sei o grau de densidade do seu trabalho, mas via internet há trabalhos referenciados por instituições academicas que são muito bons. Além disso, o site da SPM www. spmpr.gov.br
      Abraços

      1. Oi Sibéria,
        tudo bem?
        Existem alguns artigos e outras publicações sobre o tema. Ano passado foi editado um trabalho que se chama “Dicionário Feminino da Infâmia – Acolhimento e Diagnóstico de Mulheres em Situação de Violência” – Fiocruz que tem um verbete sobre o tema que pode lhe ser útil. No nosso Manual para Éducadores, aí no site, em downloads, você também encontrará alguma informação. Não sei o grau de densidade do seu trabalho, mas via internet há trabalhos referenciados por instituições academicas que são muito bons. Além disso, o site da SPM www. spmpr.gov.br
        Abraços

      1. Bom dia Eline meu nome é camila e estou concluindo o meu curso de Direito e o meu tema é violência doméstica e as estruturas que a lei maria da penha descreve para essas mulheres, então gostaria claro se você puder me contar um poco da sua historia e dizer se você teve acesso as estas estruturas, auxilio e amparo do governo.

        Obrigada!

    2. Olá Sibéria, boa tarde!
      Procurando conteúdo atualizado sobre violência doméstica e danos causados pela tortura psicológica, me deparei com esta página onde você também procura ajuda neste sentido. Me bateu a curiosidade pra saber se você conseguiu e se poderia me dar uma ajudar para este mesmo tema.

    3. Oi Siberia!
      Tudo bem?
      Como foi seu artigo? Eu estou redigindo algo similar para minha universidade na Inglaterra mas sobre mais especificamente Lei Maria da penha e o efeito do lei etc
      Gostaria de ler seu artigo
      podem me ajudar?
      Com mais fontes para o meu trabalho?
      Ou outras pessoas podem me ajudar?
      Me manda um email ned.wainwright@hotmail.co.uk
      Por favor!
      Obrigado :)

    4. SOMOS RESPONSÁVEL POR ESTA LUTA O CONTROLE SOCIAL ATRAVÉS DAS REUNIÕES E DIVULGAÇÃO DO ESTATUTO DAS MULHERES E PRECISO VIGILANCIA CONTINUA…

  2. Seja ela física ou psicológica vamos lutar
    violência contra mulher é um ato de covardia,a psicológica causa
    danos cruel ,tirando sua vontade de viver vc não vive vegeta.
    Morta viva sem alto estima,afastando a mulher da sociedade ,
    amigos,parentes .

    Somos acuadas
    por covardes
    enfrenta mulheres.

      1. bom dia, meu é Leonaldo mais na corporação moro em Serra Talhada Pernambuco sou da guarda Municipal tenho 22 anos na corporação e todos me conhece como Amaro,bem gostaria também de poder ajudar pois tenho um projeto em que levo meus conhecimentos de segurança e prevenções contra a violência domestica.Se eu poder ajudar estou aqui pronto ,por que eu acho uma covardia tremenda em que as mulheres viram escrevas desse bandos de covardes machista ,sou instrutor e palestrante em devesa de mulheres vitimas de violência,meu numero 87 996219781. bom dia a todos abraço

    1. Sim Cristine, no lugar onde você mora deve ter algum organismo de políticas para as mulheres. Procure-o! Se não tem, reúna pessoas que como você acreditam nessa causa e descubra a melhor forma de participar. No nosso site: http://www.quemamaabraca.org.br/2013 tem um espaço chamado Faça a sua parte! lá você encontrará uma porção de dicas sobre como participar!
      Abraços

  3. A violência contra a Mulher

    Violência Silenciosa

    É difícil o relato de violência sofrida por mulheres. Trata-se da invisibilidade da violência que afeta as relações usuais da mulher, essa violência é silenciosa e a vítima a sofre de maneira silenciosa, porque se trata de uma violência velada e insidiosa, não assumida pelo agressor, negada e denegada por ele, que sutilmente inverte a relação acusando o outro de ser o culpado pela situação.
    O assédio moral é uma forma característica e peculiar de violação dos direitos da personalidade, à integridade psíquica, em especial, que se protrai no tempo; é marcado pela sutileza das ações, é sempre bilateral, pois estão, de um lado, o assediado (vítima) e, de outro, o assediador, ambos vinculados por uma relação hierárquica ou de dominação deste último em relação ao primeiro.
    Trata-se de um modo de agir, individual ou coletivo, contínuo e repetitivo, que tende a violar os direitos da personalidade, atingindo a dignidade e, especialmente, a integridade psíquica da pessoa assediada, independentemente da ocorrência de um dano e da intencionalidade do agente individual ou coletivo.
    Assim, o assédio moral é a prática sutil e repetitiva, de um agressor em posição de dominação com relação à vítima, que, por palavras, gestos e atitudes destrói sua autoconfiança e a “aprisiona”, minando, aos poucos, importantes feições de sua personalidade.
    As principais características destacadas são: permanência no tempo (continuidade de agressões), sutileza (mecanismos de comunicação que o agressor estabelece, para que os outros não percebam a violência dirigida à vítima) e bilateralidade (posição de dominação do agressor com relação à vítima).
    O assédio moral se inicia por meio da sedução perversa. Essa é a etapa em que a vítima sofrerá um processo denominado enredamento: “O enredamento consiste na influência intelectual e moral que se estabelece em uma relação de dominação. O poder leva o outro a segui-lo por dependência, isto é, por aquiescência e adesão” .
    Nas relações entre marido e mulher (ou relações entre casais de um modo geral), a autora prevê que “o movimento perverso instala-se quando o afetivo falha, ou então quando existe uma proximidade excessivamente grande com o objeto amado”. É justamente a proximidade que causa no assediador o temor de que a mulher invada seu íntimo e, por isso, ele constrói “uma relação de dependência, ou mesmo de propriedade, para comprovar a própria onipotência”.
    Entre as quatro paredes de um casamento, são nas palavras, no tom, no olhar, na ironia, na indiferença e na humilhação que se descobrem os primeiros sinais da crueldade psicológica. As cicatrizes, às vezes, são mais profundas do que as de uma agressão física. O jogo do poder se instala insidiosamente nas refeições, nos passeios de fim de semana, na educação dos filhos, no aproveitamento maldoso das confidências…
    Diante da vítima, destarte, o homem desenvolve a voraz capacidade de imobilização, subtraindo da mesma todo o conteúdo que lhe interessa, enquanto aquela remanesce desprovida de qualquer potencial de reação. O resultado: uma vítima coisificada, que obedece “primeiro, para dar prazer a seu parceiro, para compensá-lo, pois ele tem um ar infeliz. Depois, obedece por ter medo”. Ou seja, o processo só se instala, na realidade, porque a atitude da mulher chega a ser pacífica. A vítima duvida da existência do assédio moral e, logo que o fenômeno se inicia, prefere acreditar que é exagero seu, ou que o agressor precisa de ajuda e que poderá modificá-lo.
    Em razão da sutileza das agressões, que se perpetuam por comentários sarcásticos, ironia, ou até mesmo pelo descaso, as pessoas alheias à agressão dificilmente percebem a situação da mulher. Todavia, caso percebam e incentivem-na a buscar ajuda, provocam no homem assediador o ódio em seu estado mais puro: O ódio já existia desde a fase inicial, de enredamento e controle, mas estava desviado, mascarado pelo perverso, de modo a manter a relação estacionária. Tudo aquilo que já existia de forma subterrânea aparece agora claramente. A tarefa de demolição torna-se sistemática.
    Por isso, a reação da mulher é tão ou mais difícil do que em casos de violência física.
    Afinal, “se ela reage, é geradora do conflito; se não reage, deixa desenvolver-se uma destruição letal”.
    Dentre relatos transcritos no livro “Assédio Moral: A violência perversa no cotidiano”, no capítulo que trata da violência privada, grande parte é de mulheres que se destacavam profissionalmente, situação esta que incomodava os parceiros e acabava gerando um conflito que desembocava na prática do assédio.
    Deve-se compreender, todavia, que há um perfil próprio do assediador. Este, geralmente, é marcado pela perversidade e tem traços de caráter e comportamento que variam entre a crueldade e a malignidade, além de acreditar, insistentemente, que está acima de tudo e de todos. O psicólogo Flávio Carvalho Ferraz conceitua o agressor como alguém que “não se encontra sujeito às insatisfações, inibições, ruminações de culpa, dúvidas, medos e todas as demais formas de tormento psíquico”. Desta forma, “a perversidade implica estratégia de utilização e depois de destruição do outro, sem a menor culpa”.
    É perverso, pois anti-social, é falso, mentiroso, irritável. Não tem preocupação com a segurança dos demais e não tem nenhum remorso dos atos que pratica. Nega a existência do conflito para impedir a reação da vítima. É incapaz de considerar os outros como seres humanos. É narcisista porque se acha um ser único e especial. É arrogante. Ávido de admiração, holofotes. Dissimula sua incompetência. Acha que tudo lhe é devido e tem fantasias ilimitadas de sucesso. Nunca é responsável por nada e atacam os outros para se defender. Projetam no (a) assediado (a) as falhas que não pode admitir serem suas.
    Apesar de ser possível identificar o perfil próprio do homem assediador, não são todas as mulheres que se enquadram na qualidade de vítima.
    A vítima é vítima porque foi designada como tal pelo perverso. Torna-se o bode expiatório, responsável por todo o mal. Será daí em diante o alvo da violência, evitando o seu agressor a depressão ou o questionamento. [...] Por que foi escolhida? Porque estava à mão e, de um modo ou de outro, tornara-se incômoda. Entretanto, acredita-se que “a vítima ideal é uma pessoa conscienciosa que tenha propensão natural a culpar-se”. Assim, quando o “jogo perverso” suplanta a capacidade de resistência da mulher e os que com ela convivem passam a acreditar que é exagero seu dizer que está sendo assediada, surgirá nela o sentimento de culpa. Afinal, em nome da tolerância e da cultura da lealdade familiar, ela acredita que deve suportar sem nada dizer. É desse sentimento que o assediador irá se aproveitar, incitando ainda mais a crença de que a culpa é da própria vítima.
    As implicações de todo este fenômeno variam do isolamento ao medo, à depressão, ao estresse, além de quadros clínicos mais graves. Em recente pesquisa, Margarida Barreto identificou que 60% das mulheres vítimas sofrem de depressão; 40%, de aumento da pressão arterial; 40% têm dores de cabeça; 40% são acometidas por distúrbios digestivos e, surpreendentemente, 16,2% têm idéias de suicídio. Isso tudo, até que a própria identidade da mulher seja destruída, momento este em que nem mesmo ela se reconhecerá: “Vemos que o assédio moral é um processo singular, no qual a pessoa se
    transforma naquilo de que é acusada. Dizem-lhe: ‘você é uma nulidade’ e ela perde a capacidade e se sente uma nulidade”.
    Essa situação culmina com um prejuízo irreparável à integridade psicológica da mulher, restando justificada a preocupação com o resguardo deste bem jurídico.
    Contudo, a maior dificuldade enfrentada durante todo o processo de assédio diz respeito à coleta de provas. Não raro inclusive o juiz se mostra cético diante da prática. O depoimento de uma vítima exprime, exatamente, esta realidade:
    - Depois da separação, mesmo tendo tido um consultório cheio por mais de 25 anos, me senti incapaz de atender qualquer cliente por quase três anos. Em quatro meses, perdi 8 quilos. Senti o desespero do isolamento. Eu havia sido a luz da vida daquele homem e, da noite para o dia, ele me ignorava e dizia aos amigos que me evitava para que eu sofresse menos ou, se contradizendo, que eu devia estar feliz porque, afinal, não gostava mais dele e ele me fizera o favor de sumir da minha existência.
    Não quis advogado na separação. Para mim, só valeria a pena entrar na Justiça se desse para provar o assédio moral, a lenta e gradual destruição da auto-estima.
    Mas isso ainda é um tabu no Brasil. Ninguém fala, ninguém vê, ninguém reconhece.

    # assedio moral, dor, humilhação, perversão, violência
    # Sofro muito!!!

    1. Boa Tarde Aucilene,
      Estou vivendo exatamente o que está escrito nesse texto!!
      Preciso muito de ajuda psicológica, você pode me ajudar?
      Aguardo resposta…Obrigada!

      1. Ludmila,
        não viva mais isso!
        Procure mesmo ajuda!
        O que sempre recomendamos aqui é buscar ajuda na Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180.
        Ligue 180 e uma atendente vai lhe atender. Você vai explicar o que se passa com você e ela vai dizer onde você pode encontrar ajuda em um lugar perto de onde você vive.
        Qualquer dúvida volte a nos escrever. Você pode procura, se tiver na cidade onde você mora, algum organismo de políticas para as mulheres ou ONG que atue nessa área.
        Não deixe de buscar ajuda. Não perca tempo.
        Abraços

    2. Fantástica definição. Sofri violência moral durante anos e só consegui me libertar quando, ainda em condições de me perceber, notei que começara a sentir inveja ao ver casais de mãos dadas. Inveja é o pior sentimento que uma pessoa pode sentir.

    1. Leila,
      acho que você deve procurar um serviço especializado perto do local onde você mora. Ligue 180, é uma ligação gratuita e peça ajuda. Ou, então, procure um Serviço de Atendimento à Mulheres (pode ser Delegacia das Mulheres, ou Saúde da Mulher, Secretaria ou Coordenadoria da Mulher de sua Cidade… ) no 180 ele podem te informar e relate seu caso. Peça ajuda! Não deixe de fazer isso. Qualquer coisa volte a nos contatar
      Abraços

  4. Fui criada numa família que me amou muito, por isso, os que me conhecem nem imaginam que vivi, quase uma vida inteira, vendo minha mãe sofrendo violência doméstica. Graças a Deus e ao amor de minha mãe e irmães, não tenho sequelas. Hoje, luto e sonho com um dia em que, não mais, ouvire falar neste tema.

  5. ótimo este vídeo da campanha que incentiva a não violência contra as mulheres brasileira sempre estou assistindo o vídeo, mas é preciso que o judiciário brasileiro veja esta questão, quando trata se dos inquérito policiais e das medidas protetivas que e uma questão de direitos humanos, muitas mulheres nas audiências de conciliação terminam desistindo de prosseguir o processo.

    1. Obrigada Luziete. Vamos fazer pressão sobre o Judiciário e sobre toda a sociedade para mudar a situação das mulheres que vivem sendo agredidas de diversas formas.
      Abraços

    1. Angela,
      você já ligou para o 180? É um número que vai te encaminhar para o atendimento de acordo com seu caso. Ligue, não desista. Esse número já socorreu 4 milhões de mulheres como você.
      A ligação é gratuita.
      Qualquer coisa entre em contato de novo
      Força e abraços.

    2. Angela,
      perto de onde você vive tem uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher? Lá você pode fazer o boletim de ocorrência. Mas caso não, ou se você não se sentir segura, ligue para o número 180, é de graça, e para ajudar mulheres em situação de violência. Explique seu caso e peça ajuda com urgência.
      Abraços

  6. Bom dia. Estou desesperado em busca de ajuda. Minha mãe, tem saúde debilitada, sofre vários tipos de violência, senda elas: mental, física e patrimonial por parte de meu pai, marido dela. Ela hoje tem 53 anos, e esta acamada devido a 3 AVC’S. Peço ajuda em nome dela, é muito triste você ouvir sua mãe lamentar da vida dizendo que não serve mais como mulher e mãe por parte dos meus dois irmão… Um usuário de drogas, 16 anos, e o outro impossível seguidor do pai, qual mandava a criança de 6 anos bater nela.
    Porfavor, eu imploro! já fui em várias delegacias, tendo ido também na da mulher, já fui em fundações de apoio a familia: DPCA (devido as crianças não estarem estudando), CRA, CRAES, CREA, VIGILANCIA SANITÁRIA, FUNDAÇÃO CLARISSE LISPECTOR E ETC.
    Por favor, me ajudem!

    1. Arthur,
      indicamos que você ligue para o número 180. Eles vão orientar sobre o que fazer e se for necessário podem mandar uma ambulância pegar sua mãe em casa. Conte toda a história. Ligue de um telefone seguro, onde não será ouvido pelos agressores. Esse é um número cuja ligação é gratuita e específico para ajudar as mulheres em situação de violência.
      Qualquer coisa volte a nos contactar.
      Abraços

  7. Toda a” Mulher” tem que ser respeitada, amada e não maltratada.Todos temos os mesmo direitos de ir e vir. O” Homem” depende da” MULHER”. E sempre dependerá,e não é justo maltrata-la.

  8. As punições impostas aos agressores ainda são muito brandas e não inibem a repetição dos fatos. Um homem que utiliza-se da violência contra a mulher, violência esta psicológica, moral, patrimonial e até física, em geral está acostumado a agir assim, se formos verificar o histórico desse homem, ele já agiu assim com outras mulheres anteriormente, só que , infelizmente, a maioria de nós não denuncia, sofre calada. Fui vítima desse tipo de violência, e digo, que faz muito mau para a mulher, começa com as violências psicológica e moral, e vai piorando,se a mulher permanece no casamento ou no relacionamento,acaba evoluindo para a violência física, com ameaças de morte, e como vemos nos jornais estaduais e nacionais atuais, o homicídio contra as mulheres tem aumentado muito. O agressor deveria,no mínimo, ser obrigado, a passar por um tratamento psiquiátrico. E as mulheres deveriam tentar descobrir como foram os relacionamentos anteriores do parceiro, antes de se envolver mais com eles.

    1. Anderson,
      particularmente não somos favoráveis à pena de morte, mas a que a justiça seja feita de acordo com nossas leis.
      A Lei Maria da Penha trata de criar penas aos agressores de mulheres assim como a recente Lei do Feminicídio.
      No mais é muda a cabeça dos machistas
      Abraços

  9. No meu casamento, meu marido começou a querer me isolar dos parentes, dos amigos, falava mau de todo mundo, e paralelamente a isso, me xingava sem motivos, diariamente, falava e fazia coisas para baixar minha auto estima, me depreciava constantemente, queria que eu parasse de trabalhar, mas praticamente não ajudava nas finanças da casa. Dizia que mulher é ser inferior e que nasceu só para servir o homem, era extremamente machista e desrespeitoso.
    Eu sempre acreditei que se a mulher tivesse fé, se orasse, as coisas melhorariam, aquele pensamento que com amor você consegue mudar o mundo, que o que Deus uniu o homem não separe, aí levei ele para fazer cursos na igreja, foram cursos de casais, retiros de libertação , encontro de casais, encontro com Deus, busquei tudo o que eu pude para tentar ajuda-lo, mas digo hoje, nada faz uma pessoa que não se reconhece errando a mudar, ele sempre achava que ele estava agindo corretamente, ia nos cursos , mas era como se o que era ensinado entrasse por um ouvido e saísse pelo outro, não melhorava em nada, e por vezes parecia ficar pior, paralelamente a isso, não me deixava dormir a noite, ele brigava sozinho, falando alto, por horas e horas de madrugada, várias foram as vezes que fui trabalhar no dia seguinte sem ter dormido nada. Cheguei a bater meu carro duas vezes, de tão cansada pelo stress que eu vivia com ele e pelo fato dele não me deixar dormir. Era uma necessidade enorme de me destruir, sabe aquela frase? “Destruir para dominar”, era isso, quase diariamente, e ao mesmo tempo eu me achava frágil, anestesiada naquela situação, porque por mais absurdo que pareça, existe uma dependência psicológica, no qual é muito difícil, você conseguir sair daquele relacionamento, no fundo você quer que de certo., e como se diz, a esperança é a última coisa que morre e vai suportando tudo, pois quer manter o casamento. Aí ele começou a me fazer ameaças, de acabar com a minha vida, de por veneno, dizia que eu ia ficar com depressão e morrer, e etc. Comecei realmente a ficar com medo, pois aquilo não era normal e estava me fazendo muito mau, procurei uma advogada que me orientou e hoje estou em processo de litigio, ele não aceitou fazer divórcio consensual, falava que não queria se divorciar, e que não iria sair da minha casa, pois estava muito confortável para ele, mas também não aceitava fazer um tratamento, pois eu ainda acreditava que um tratamento pudesse faze-lo melhorar, fizesse ele perceber que aquelas atitudes, de falta de respeito, ameaças e violências constantes eram erradas.
    Enfim, me decepcionei, e acabaram-se as esperanças, hoje estou aguardando a finalização do processo de litigio. Tenho as sequelas desse casamento, e ainda sofro com as consequências disso, e infelizmente é uma violência que muitos homens negam, pois, em geral, é feita dentro de quatro paredes. No meu caso ele chegou a fazer em público também, o que fez com que eu tivesse testemunhas, caso precisasse.
    Acredito que o casal deve fazer de tudo para ficar junto, mas quando só um sempre cede, e o outro não está nem aí para o sofrimento do cônjuge, aí deixa de ser casamento e vira tortura, algo que nenhum ser humano merece.

    1. Oi Katia,
      você não está só nesse universo, infelizmente. São muitas as mulheres que sofrem como você.
      Não se envergonhe, abata, ou arrependa de ter saído de uma situação que ia te trazer mais sofrimento.
      A gente sabe o final dessas histórias. Força querida.
      Abraços e estamos aqui torcendo por você

  10. Bom dia. Acho que a senhora Mª deu um grande para a conquista do direito da mulher, com a lei Maria da penha. Mas existem muitas brechas na lei que precisam ser vistas com mais dedicação a favor de acabar com este mal, porque muitos homens além de bater as mulheres ainda matam. Isso faz parecer que pra quem mata a “a pena” é menor do que pra quem só bate.

    1. Com certeza Bartolo. Não se muda uma cultura secular com uma Lei apenas. Ela é um grande passo, sem dúvida, mas muito ainda há a fazer.
      obrigada pelo seu comentário

  11. OI!
    GOSTARIA DE DEIXAR AQUI UMA MENSAGEM, QUE PODE CONTRIBUIR PARA QUE DIMINUA E/OU ACABE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER E TODOS TAMBÉM.

    NÃO DEVEMOS DEIXAR DE SONHAR POR NENHUM MOTIVO.

    SÓ QUERO FALAR PARA TODOS, INDEPENDENTE DE RELIGIÃO,RAÇA,ETC , QUE BUSQUEMOS FORÇAS PARA LUTAR PELA PAZ, QUE DIGAMOS NÃO À VIOLÊNCIA , QUE NÃO A PRATIQUEMOS.

    PAZ

    PAZ, APENAS 3 LETRAS, UMA PALAVRA QUE SIGNIFICA O QUE TODOS QUEREMOS, O QUE TODOS PRECISAMOS. SIM, EU DISSE TODOS, TODOS NÓS. ATÉ MESMO AQUELES QUE FAZEM A GUERRA QUEREM VIVER A PAZ,POIS NINGUÉM SUPORTA VIVER EM CONSTANTE GUERRA, CHEGA UMA HORA EM QUE NÃO AGUENTAMOS MAIS E PEDIMOS E DAMOS TRÉGUA, TRÉGUA PARA VIVER A PAZ. MAS PRA QUE TRÉGUA PARA VIVER A PAZ? SE TODOS QUEREMOS, PRECISAMOS E PODEMOS VIVE-LA CONSTANTEMENTE.
    NÃO É TÃO SIMPLES ASSIM, POIS QUEREMOS TUDO MUITO RÁPIDO. PRESSA, PRA QUE PRESSA? AINDA MAIS PRA FAZER GUERRA, MESMO QUE TENHAMOS A “”PAZ”" APÓS ESSA GUERRA.
    É BEM VERDADE QUE A VIDA PASSA RÁPIDO, POIS ESSE É ENTÃO MAIS UM MOTIVO PRA NÃO TER PRESSA, PELO MENOS NÃO PRA FAZER GUERRA. SE A VIDA É CURTA E PASSA RÁPIDO, DEVEMOS VIVER A PAZ CONSTANTEMENTE, POIS NÃO HÁ FELICIDADE SEM ELA. ENTÃO BUSQUEMOS ATINGIR NOSSOS OBJETIVOS SEM PRESSA, PELO MENOS PRA GUERRA, COM A PAZ DO NOSSO LADO.

    MAS O QUE ESTOU FALANDO ? NEM SEI MAIS. COMO FALAR DE UMA COISA SEM QUERER FALAR DESSA COISA? COMO FALAR DE GUERRA SE QUERO FALAR DA PAZ ?

    SÓ HÁ PAZ, QUANDO NÃO HÁ GUERRA.

    E O QUE É A GUERRA ?
    E O QUE É A PAZ ?

    COMO TODOS PODEMOS ESTAR JUNTOS ?

    PRA FAZER GUERRA É PRECISO TER MUITOS UNIDOS PRA ISSO, E TEMOS QUE TER MUITOS UNIDOS PARA FAZER A PAZ. PRA TUDO TEMOS QUE ESTAR UNIDOS. SEJA PRA GUERRA, SEJA PRA PAZ.

    SE NO FINAL, O QUE TODOS QUEREM É A PAZ, ENTÃO TODOS LUTEMOS POR ELA DESDE JÁ. SE DEIXARMOS PRA LUTAR BEM ADIANTE, NÃO TEREMOS COMO VOLTAR ATRÁS, POIS HAVERÁ, ALÉM DOS QUE JÁ TEM, MUITOS FERIDOS. FERIDOS NO CORPO, FERIDOS NA ALMA.

    E QUEM QUER A GUERRA TÁ PREOCUPADO COM ISSO?
    NÃO SEI, MAS DEVERIA ESTAR.

    SERÁ QUE QUEM FAZ GUERRA É FELIZ?
    QUEM É FELIZ COM A GUERRA?
    ACHO QUE NINGUÉM,E MUITO MENOS AINDA QUEM CONTRIBUI COM ELA. ESSE NÃO DEVE SER UM MOTIVO PRA NINGUÉM SER FELIZ.

    ENTÃO PRA QUE FAZER GUERRA?
    MUITOS SÃO OS MOTIVOS. ACHO QUE DOIS DELES SÃO O PODER E DINHEIRO.MAS MUITOS PODEM TER PODER E DINHEIRO SEM PRECISAR FAZER GUERRA.

    NÃO ENTRA NA MINHA CABEÇA A GUERRA, SE O PODER E DINHEIRO PODEM SER CONQUISTADOS SEM ELA.

    EU SOU CAPAZ DE DIVIDIR O MEU DINHEIRO PARA EVITAR A GUERRA. NO MOMENTO NÃO TENHO MUITO, MAS ESPERO TER NO MÍNIMO O SUFICIENTE. ACHO QUE MUITOS SÃO CAPAZES DISSO.

    ENTÃO PRA QUE GUERRA?
    E QUEM É ATINGINDO NA GUERRA?

    A GUERRA NÃO É APENAS BOMBAS, MORTES E DESTRUIÇÃO. GUERRA É TODO TIPO DE VIOLÊNCIA.

    É A FOME, A MISÉRIA, O DESEMPREGO, A DESIGUALDADE, A DESILUSÃO.

    É A DESORDEM, O DESGOVERNO,A INSEGURANÇA, A INJUSTIÇA, A OMISSÃO.

    É A INVASÃO DE PRIVACIDADE, ESSA INSANIDADE, É O CAUS NA SAÚDE, A FOFOCA, A MENTIRA, A DESLEALDADE.

    É A CORRUPÇÃO, A PUXAÇÃO DE TAPETE, A INVEJA, AS ARMAÇÕES E CILADAS PRA DEIXAR O OUTRO NO CHÃO.

    É A FALSIDADE, É PREJUDICAR UMA FAMÍLIA, DESTRUIR UM RELACIONAMENTO, UMA AMIZADE.

    É SER IGNORADO, OPRIMIDO E MASSACRADO.

    É A HUMILHAÇÃO, DISCRIMINAÇÃO E PRESSÃO.

    É O PRECONCEITO, A INTOLERÂNCIA, O EGOÍSMO, A DESATENÇÃO E DESUNIÃO.

    A GUERRA É O DESAMOR.
    QUE HORROR !
    QUE TRISTEZA!
    QUE TERROR!

    A GUERRA COMEÇA COM ESSA COISAS QUE MUITOS PRATICAM E CONSIDERAM PEQUENAS COISAS, PORQUE PRATICAM APENAS UMA DELAS,MAS AS CONSEQUÊNCIAS DISSO SÃO PIORES QUE AS BOMBAS, MORTES E DESTRUIÇÃO. O QUE ACONTECE QUANDO AGENTE OUVIMOS FALAR QUE TENDO GUERRA EM TAL LUGAR. ANTES DISSO JÁ HAVIA COMEÇADO A GUERRA, DEVIDO A TODOS ESSES FATOS CITADOS A CIMA.

    E QUEM TÁ NA GUERRA?
    E QUEM VAI PRA GUERRA?

    O POVO QUER A PAZ, MAS ELE MESMO COMEÇA A GUERRA. POR SEUS MEDOS, EGOÍSMO E DESAMOR VÃO DANDO CADA VEZ MAIS ESPAÇO PARA QUE ELA ACONTEÇA, E COM ISSO ACHA QUE ESTÁ LUTANDO PELA PAZ, PELA SUA PAZ, E NÃO VER QUE A PAZ DE TODOS É QUE É SUA PAZ TAMBÉM.

    É UMA LUTA INFERNAL, ESSA LUTA PELA PAZ INDIVIDUAL.
    É MELHOR LUTAR CONTRA TODO TIPO DE VIOLÊNCIA, QUE É O GERA A GUERRA , OU SEJA, LUTAR PELA PAZ DE TODOS E NÃO SÓ PELA PAZ SUA PAZ.

    SOMENTE QUANDO PENSARMOS ASSIM, CONSEGUIREMOS EVITAR A GUERRA DESDE O INÍCIO. COMBATENDO EM PRIMEIRO LUGAR O NOSSO EGOÍSMO.
    ESSA PALAVRA É UMA PALAVRA CHAVE PARA EVITAR A GUERRA, MAS PARA DEIXARMOS DE SER EGOÍSTAS TEMOS QUE AMAR.

    A GUERRA É PURO EGOÍSMO E FALTA DE AMOR.

    TODOS PAREM PRA PENSAR.
    SE A LUTA DO EGOÍSMO EM BUSCA DA PAZ INDIVIDUAL É ÁRDUA E AO MESMO TEMPO, É TAMBÉM GUERRA, ENTÃO LUTEMOS ARDUAMENTE, MAS CONTRA ESSA GUERRA MALDITA.

    POVO, NÓS TEMOS QUE CUIDAR UNS DOS OUTROS, PROTEGER UNS AOS OUTROS, E NÃO FAZER NADA QUE PREJUDIQUE NINGUÉM, POIS UMA PEQUENA COISA QUE PREJUDICA MISTURADA A OUTRA VAI SE TORNANDO NUM MAL MAIOR QUE VAI SE TRANSFORMANDO NA GUERRA E PREJUDICANDO A TODOS NÓS E ATÉ E INCLUSIVE QUEM AINDA NEM CHEGOU PRA VIVER AQUI.

    FAÇAMOS CADA UM A NOSSA PARTE, NÃO CONTRIBUINDO COM NENHUM TIPO DE VIOLÊNCIA, LUTANDO ASSIM PELA PAZ DE TODOS.

    TEMOS QUE LUTAR PELA PAZ DE TODOS E NÃO SÓ PELA PAZ INDIVIDUAL, POIS COMO FOI MENCIONADO, SÓ ASSIM CONSEGUIREMOS EVITAR A GUERRA.

    LUTAR PELA PAZ DE TODOS
    LUTAR PELA PAZ DE TODOS

    QUANTAS VEZES TEMOS QUE REPETIR ISSO PRA NÓS MESMOS, ATÉ QUE ENTRA NA NOSSA MENTE E NO NOSSO CORAÇÃO ?

    1 – 10 – 100 – 1000 VEZES SE PRECISO FOR, PORQUE NÃO TEM OUTRO CAMINHO. O CAMINHO DA FELICIDADE É A VERDADEIRA PAZ E AMOR.

    NÃO À TODO TIPO DE VIOLÊNCIA BRASIL !
    NÃO À GUERRA !

    MUITA PAZ E AMOR PARA TOTOS!

    SE PUDER REPASSE PARA OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO.

    BEIJOS !

    PAZ

    PAZ, APENAS 3 LETRAS, UMA PALAVRA QUE SIGNIFICA O QUE TODOS QUEREMOS,O QUE TODOS PRECISAMOS. SIM, EU DISSE TODOS, TODOS NÓS

  12. Infelizmente este flagelo que é a violência domestica atinge todas as classes sociais, e existe em todos os paises. Junto deixo link da minha página , sobre a minha estória. http://www.moni-monika.com.
    Possuo ainda uma página no facebook , com algumas informaçoes e troca de ideias « violência doméstica,o antes, durante e depois »
    A união e o saber que não estamos sós é muito importante .
    Força e luz para todos

    1. Oi Monika,
      obrigada por compartilhar conosco. A troca de informação e ideias é super importante.
      Valeu mesmo.
      Posso colocar seu link no nosso FB?
      Abraços.

  13. Olá, gostaria de ajudar uma amiga que me disse que já foi agredida fisicamente pelo companheiro dela duas vezes. Fora as agressões psicológicas. Como ajudar essa amiga? Ela não quer que eu conte a ninguém dá família dela nem a ninguém. Como proceder nesse caso?

    1. Aconselho que você ligue ao 180 e conte o que está acontecendo e peça orientação especializada. Como não sei de onde você está nos contatando, fica difícil encaminhar para um local específico. Mas no 180 você pode informar o lugar e dar os dados, fica tudo em sigilo e poderão indicar o que fazer e onde ir.
      Abraços

  14. Ola Pessoal. Eu tenho um casamento de 16 anos , três filhos. Aparentemente somos uma casal perfeito, ele diz que me ama a todo momento, me leva para sair , é trabalhador e cuida bem dos filhos. Por outro lado é ciumento e possessivo, me domina com suas palavras e ações, tem ciumes de tudo e de todos, até mesmo dentro da família.Nosso relacionamento sempre foi conturbado devido a isso, sempre me agrediu com atos e palavras, não posso olhar pro lado que ele pergunta pra quem eu estou olhando, e isso está mexendo com meu psicológico, tenho medo, vivo com medo e parece estar piorando a cada dia. Não consigo sair deste relacionamento , parece um vício, penso nos filhos, e em como será. Depois das agressões e do mau comportamento dele, ele pede desculpas e até perdão, diz que me ama e quer ficar do meu lado sempre. Somos frequentadores de igreja, sempre acho que vai melhorar, mas não melhora, busco em Deus essa força, mas quando parece que vai dar certo , ele vem com outro tipo de agressão e tudo se desmorona. Não sei o que fazer….

    1. Querida Suzi,
      espero que tudo esteja bem com você.
      Iguais aos seus recebemos dezenas de comentários. Você não está sozinha nem é a única que passa por esse tipo de situação. Não saber o que fazer é o mais comum.
      Fez muito bem em compartilhar sua situação, pois buscar ajuda é o primeiro passo para superar esse tipo de experiência que é, realmente, muito complicada e difícil.
      O que podemos lhe dizer? Viver com medo, ameaçada, adoece. Não viva mais assim! Não é bom para você nem para seus filhos.
      O comportamento de seu marido é o mesmo de todos os outros homens que são agressivos com as mulheres. Isso é um padrão.
      Sempre aconselhamos às mulheres, que compartilham sua dor conosco, que procurem ajuda especializada. Isso pode ser feito através de uma ligação ao número 180. É a Central de Atendimento à Mulher. A ligação é gratuita, é um serviço da Secretaria da Mulher e quando você der as informações sobre a cidade onde vive, poderão lhe direcionar para um local próximo, especializado em atender mulheres que necessitam de apoio e acolhimento em casos de agressão de qualquer tipo.
      Qualquer outra informação que desejar volte a nos mandar uma mensagem.Estamos aqui para ajudar.
      Faça isso por você. Ligue para o 180.
      Um forte abraço, querida.

  15. Tenho passado anos e os últimos dias tem sido os piores de minha vida, tenho medo , vergonha, estou tão mas tão humilhada que não tenho coragem nem forças para procurar Justiça.

    1. Minha querida,
      nunca podemos desistir de nós mesmas.
      Pense que você não está só, que em algum lugar desse imenso país, tem algumas mulheres se sentindo como você.
      Haverá sempre um caminho para sair dessa situação. Acredite.
      Tenha um pouco de força para tomar uma atitude. A mais simples que podemos te indicar é ligar para o número 180 que é a Central de Atendimento à Mulher.
      É uma ligação gratuita e você será atendido por pessoas capacitadas a tratar com mulheres que sofrem o mesmo problemas que você. Elas vão lhe encaminhar para o atendimento mais próximo do local onde você vive e de acordo com o tipo de ajuda que você precisa. Faça logo por você.
      Qualquer coisa volte a nós procurar. Estaremos aqui para lhe ajudar.
      Abraços muito fortes. Você não está só

    2. Querida… nunca desista de procurar uma saída para você. Procure a Justiça ou alguém que possa ajudar.
      Ligue para o 180. Ninguém saberá quem é você, mas poderão te encaminhar para alguma ajuda!
      Abraçosss

  16. Preciso de informações referente a casa que abriga vítimas de violência doméstica!

    Preciso do contato dessas casas da região Sul e Sudeste para realizar convênios.

    Grata!

    Marcelle Alves

    1. Olá Marcelle,
      prazer em receber você nesse espaço.
      Vou dar os números dos telefones onde creio que você pode conseguir as informações de como concretizar o que precisa.
      O número da Secretaria das Mulheres da PR é: 61 – 3313 7367/ 3313 7396 /3313 7399/ 3313 7399 / 3313 7418 ou no Ligue 180
      No Rio de Janeiro você pode ligar para 2517 2726 / 2976 7455 / 3938 3773 /3938 3720 / 2332 8249
      Em um desses número você deve encontrar a informação qu precisa. Talvez você deva primeiro ligar para o 180, que é uma ligação gratuita, e informar o que precisa, qual é exatamente a localidade e elas vão te encaminhar para o número correto.
      Qualquer dúvida entre em contato novamente conosco.
      Abraços

  17. “…Deve-se compreender, todavia, que há um perfil próprio do assediador. Este, geralmente, é marcado pela perversidade e tem traços de caráter e comportamento que variam entre a crueldade e a malignidade, além de acreditar, insistentemente, que está acima de tudo e de todos. O psicólogo Flávio Carvalho Ferraz conceitua o agressor como alguém que “não se encontra sujeito às insatisfações, inibições, ruminações de culpa, dúvidas, medos e todas as demais formas de tormento psíquico”. Desta forma, “a perversidade implica estratégia de utilização e depois de destruição do outro, sem a menor culpa”.
    É perverso, pois anti-social, é falso, mentiroso, irritável. Não tem preocupação com a segurança dos demais e não tem nenhum remorso dos atos que pratica. Nega a existência do conflito para impedir a reação da vítima. É incapaz de considerar os outros como seres humanos. É narcisista porque se acha um ser único e especial. É arrogante. Ávido de admiração, holofotes. Dissimula sua incompetência. Acha que tudo lhe é devido e tem fantasias ilimitadas de sucesso. Nunca é responsável por nada e atacam os outros para se defender…” Excelente o texto da Aucilene, parece que ela estava descrevendo o meu ex marido, ele é exatamente desse jeito, cruel, vaidoso, arrogante e só pensa em si.
    Não sei se isso é alguma coisa patológica, mas relatei várias situações que vivi com ele, para uma profissional especializada e ela me disse que ele era psicopata, e que eu deveria me afastar dele, ou ficaria doente. Preferi me afastar.

  18. Oi bom dia sofro violência psicologica todos os dias e o pior pelo meu próprio esposo ja teve tambem agressões fisícas até registrei boletim de ocorrência mais fui fraca e acabei deixando ele voltar acreditando que ele mudaria que buscaria um tratamento pois ele é extremamente ciumento
    mais isso foi só coisa de 1 semana agora ele me ameaça o tempo todo fala que se eu largar dele ou registrar queixa novamente vai me matar , me trata de um jeito que faz com que eu me sinta culpada da situação mesmo eu sendo a vitima
    não aguento mais estou tomando varios remedios para tentar suportar mais não estou conseguindo
    o medo me domina tenho medo dele fazer algo comigo e meus 3 filhos que tenho com ele ficarem desamparados e com o trauma de perder a mãe

    e ele sabe que tenho este medo e me tortura ainda mais , ele não aceita que não o amo mais que estou sofrendo , fica o tempo todo me vigiando achando que tenho outra pessoa quando na verdade só trabalho e cuido dos meus filhos da minha mãe que é doente renal crônica agora comecei a estudar serviço social e isto deixou ele com mais raiva ainda

    não sei o que fazer

    1. Bom dia, querida,
      a situação que você enfrenta é realmente muito difícil. O que posso dizer, com convicção, é que você não está só! Infelizmente são muitas as mulheres que sofrem violências em suas próprias casas, por seus próprios companheiros. E acontece exatamente o mesmo que com você. Eles voltam, pedem perdão, dizem que amam, não vão fazer mais e pouco tempo depois repetem as violências.
      O que quero lhe dizer é que nem você nem nenhuma outra mulher merece isso. Nem a violência física, nem a psicológica. Você não é culpada. Ele é que é violento e agiria assim com qualquer outra mulher sobre quem acha que tem a posse. Faça alguma coisa sim. Antes que essa situação piore. Hoje em dias existem serviços de atendimento às mulheres em situação de violência, criados pelo governo federal. Não sei onde você mora, mas ligue para o número 180, é uma ligação gratuita e sigilosa, explique sua situação, peça a indicação do local a procurar e vá correndo pedir ajuda. Faça a ligação de um local onde tenha certeza de que ele não vai ouvir, em hora em que ele não esteja em casa.
      Haja rápido em seu nome e de seus filhos.
      Você merece viver em paz e em segurança.
      Qualquer coisa colte a nos procurar. Estamos com você.

      Abraços

    1. Lizilia,
      você precisa ter força para colocar essa pessoa para fora da sua casa e da sua vida. Ela não tem o menor direito de invadir o seu lar e se instalar nele, ainda mais para lhe humilhar.
      Peça ajuda a um irmão ou irmã, amigo ou amiga, parente para tirá-lo de sua casa. Tenha uma franca conversa, junto com um desses apoios que mencionamos, não faça isso sozinha, e peça que ela saia de sua casa logo. Termine tudo, antes que termine mal. Se não for suficiente, peça ajuda à Delegacia da Mulher mais próxima ou a qualquer instituitição de atendimento à mulher perto de você.
      Força e vá em frente. Não viva humilhada.
      Mande notícias e qualquer coisa entre em contato de novo.
      Abraços

  19. Bom dia!
    Venho buscar aqui uma forma de me ajudar e de ajudar muitas mulheres sobre a violência psico emocional.
    Me separei em 2014 completando agora dia 28,dois anos.Após um casamento de 24 anos e 10 meses. Neste período gerei meus filhos,trabalhei,cuidando de mim e de todos e sempre ouvindo meu ex marido dizer que eu não fazia nada. Carregava a casa nas costas como uma tartaruga e em 2012 fui acometida de um aneurisma cerebral que me devolveu a vida,pois após operá-lo percebi que a vida é muita curta pra que eu deixasse me machucar por alguém que só me vê como uma deliciosa e sensual mulher para horas de sexo.
    Após meu divorcio venho tentando reconstruir minha vida mas não consigo sair do lugar.Acho que perdi a fé em mim mesma,pois não consigo me relacionar com ninguém,sempre me lembrando de tudo que ouvi nestes 24 anos.Lendo sobre outubro rosa,me deparei com um artigo sobre a violência psico emocional e percebi que me encaixo neste triste quadro.Preciso de ajuda,não sei se aqui é o lugar certo onde devo procurar,mas acho que já dei o 1º passo. Este comentário é também um pedido de socorro,pois existe em mim uma dor que não consigo extinguir dentro de mim. Tenho uma grande necessidade de estar com alguém,não importa quem.Tenho muitos medos que não consigo descobrir quais são.Sou mineira de B.Hte e moro em Betim/MG. Acabei de completar 50 anos, tenho curso superior,sou funcionária pública efetiva a 18 anos e sei que,apesar de acima de meu peso, sou bonita,sensual e dona de um sorriso maravilhoso.Porém me sinto como uma flor que vai murchando e pede por água e mais tempo de florir.Deixei meu e-mail e aguardo contato.

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