Quem somos

unidas pelo mesmo ideal

Há 30 anos a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o dia 25 de novembro como o Dia Internacional de Luta pela Não Violência contra as Mulheres com o intuito de conscientizar todos para esse grave problema que mulheres de todo o mundo enfrentam.

A campanha Quem Ama Abraça! acontece no âmbito da celebração dessas datas e foi criada para disseminar a mensagem de que as mulheres do nosso Brasil e do mundo inteiro têm o direito de viver uma vida sem violência e repleta de paz como todas e todos.

quem
faz

A REDEH – Rede de Desenvolvimento Humano, criada em 1990, é uma associação civil, sem fins lucrativos, sem filiação política partidária ou orientação religiosa e tem como missão a promoção do desenvolvimento humano que contemple a igualdade entre os gêneros, raças/etnias, o desenvolvimento justo e sustentável, a proteção e conservação do meio ambiente e promoção da diversidade cultural.

A estratégia utilizada consiste em apoiar lideranças de mulheres e de outros atores sociais (jovens, comunidades e professoras/es) nos processos decisórios e na implementação de políticas públicas voltadas para as mulheres, população negra, jovens e outros segmentos em situação de desvantagem social. Um dos focos da REDEH desde sua fundação é o campo do desenvolvimento justo e sustentável.

O IMM – Instituto Magna Mater foi fundado em 2004 com o objetivo de implementar projetos de desenvolvimento sustentável ligados à cultura e ao turismo, com ênfase nas questões etnicorraciais e de gênero. Para a realização destes projetos, o IMM tem contado com o apoio dos Ministérios do Turismo; da Cultura; da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres; da Fundação Cultural Palmares; da PETROBRAS; do SEBRAE/AL; do IPHAN; do IBAMA; do Governo do estado de Alagoas; das Prefeituras de Maceió e de União dos Palmares e de várias Organizações Não Governamentais, entre elas a REDEH –Rede de Desenvolvimento Humanos e CACES – Centro de Atividades Culturais, Econômicas e Sociais.

equipe

schuma schumaher

Coordenadora Executiva da organização não governamental feminista – REDEH – Rede de Desenvolvimento Humano; é responsável pelos Projetos “Por Uma Educação Não Discriminatória” e “Mulher, 500 Anos Atrás dos Panos”. É co-autora do Dicionário Mulheres do Brasil, Abrealas, Um Rio de Mulheres, Gogó de Ema e Mulheres Negras do Brasil, Prêmio Jabuti 2008. Integra a Coordenação Política da Articulação de Mulheres Brasileiras da qual faz parte desde a fundação. Foi uma das fundadoras do primeiro SOS Mulher – espaço de atendimento às mulheres vítimas de violência, instalado, em 1980, na cidade de São Paulo. Em 2004 recebeu o prêmio Mulher do Ano (Diploma Bertha Lutz) concedido pelo Senado Federal e, em 2005, foi uma das 52 brasileiras, indicadas ao Prêmio Nobel da Paz.

patrícia mourão

Formada em Cinema pela New York University, Patricia Mourão começou sua vida profissional produzindo documentários e programas de televisão, como o Conexão Internacional na TV Manchete e o Sounds Brazilian sobre música brasileira veiculado em diversos canais americanos na década de 80.

Em meados de 90, se mudou para Alagoas onde exerceu por quase quinze anos diversos cargos públicos como secretária de comunicação e posteriormente de turismo de Maceió; secretária de turismo, de articulação externa e de defesa das minorias do estado de Alagoas, respectivamente.

A partir de 2007, assumiu a diretoria executiva do Instituto Magna Mater, à frente do qual desenvolveu vários projetos de turismo sustentável e de base comunitária, assim como de comunicação e produção de vídeo, principalmente ligados às questões de gênero.

lourdinha antonioli

Cursou Filosofia na UFRJ e Comunicação na PUC/RJ. Foi professora na Escola A Chave do Tamanho, de Lauro de Oliveira Lima, e no Cineduc – Cinema e Educação – curso de formação em cinema para crianças e adolescentes. Trabalhou na TVE-Rio como radialista e roteirista da programação infanto-juvenil e também na área de produção cultural e jornalismo, setores nos quais participou da realização de diversos programas. Trabalhou na Globotec Rio, na Intervídeo Comunicações Ltda., na TV Manchete e em outras produtoras independentes, com algumas breves incursões pelo cinema.

Em 1994, foi convidada, pela UERJ, para coordenar a Área de Produção de TV e o Centro de Tecnologia Educacional no consórcio que deu origem à UTV – TV Universitária. Na época, com sua equipe, criou, roteirizou e dirigiu mais de quatro horas de programação semanais para a UTV e um programa de 30 minutos semanais para a TVE, produzidos pelo CTE/UERJ.

Em 2004, foi convidada pela ministra Nilcéa Freire para integrar a equipe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, onde teve a oportunidade de dirigir o setor de comunicação. Tem em seu Currículo a criação de projetos, roteiros e direção de documentários sobre a temática de gênero.